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24/01/2018

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Como desenvolver sua inteligência emocional e ser bem-sucedido no trabalho?



Certamente, você já ouviu falar (ou até mesmo já leu algo sobre) inteligência emocional. Mas, será que você sabe, precisamente, do que se trata? Na verdade, o conceito é mais simples do que muitos supõem.


A inteligência emocional nada mais é do que a sua capacidade de estar consciente e guiar as suas próprias emoções, bem como as das pessoas ao seu redor. Se puder desenvolvê-la adequadamente, você poderá causar um impacto positivo em seu ambiente de trabalho e, consequentemente, na sua carreira profissional. Vamos nessa?


Por que a inteligência emocional é importante?


A inteligência emocional é crucial para construção de relacionamentos fortes e duradouros, tanto no trabalho quanto em sua vida pessoal. Diversos estudos e pesquisas científicas comprovaram que a alta performance no trabalho e a inteligência emocional estão intimamente ligadas.


Para algumas pessoas, um alto nível de inteligência emocional é algo natural. Mas e quanto às demais pessoas? Possui autoconsciência o suficiente para reconhecer suas próprias emoções e, ao mesmo tempo, sintonizar os sentimentos dos outros parece uma tarefa quase impossível.


A boa noticia é que a inteligência emocional pode ser aprendida: as pesquisas citadas descobriram, entre outras coisas, que as pessoas que buscam ampliar sua inteligência emocional são mais felizes, saudáveis e menos estressadas.


Portanto, isso nos deixa com uma grande questão: como desenvolver sua inteligência emociona e utilizá-la para lidar melhor com as emoções negativas geradas em sua rotina profissional?


Como melhorar sua inteligência emocional no trabalho?


Ser capaz de reconhecer, processar e administrar suas emoções no trabalho é muito importante – afinal, ninguém quer estar perto de um colega que perde a cabeça sempre que as coisas não saem como o planejado.


Mas como você pode estar mais em sintonia com as suas emoções? Confira, a seguir, 5 dicas importantes para ajudá-lo a melhorar sua autoconsciência e percepção, a fim de ajustar sua reação a momentos e situações adversas no trabalho.


1. Obtenha uma perspectiva externa


Agir sobre nossas próprias consciências nem sempre é algo fácil. Por isso, pode ser útil obter alguma perspectiva externa para melhor analisar como se sente. Na verdade, as pesquisas demonstram que a forma pela qual avaliamos nossa inteligência emocional, na maioria das vezes, diverge da forma pela qual as pessoas nos veem.


Isso prova, adicionalmente, que nenhum de nós possui controle absoluto sobre a imagem que transmitimos aos outros. Portanto, ao lidar com problemas no ambiente de trabalho, é altamente recomendável conversar com colegas e amigos de confiança.


Assim, você conseguirá vislumbrar a situação sob um novo ponto de vista e abordar esses cenários com um nível muito maior de inteligência emocional. Apenas lembre-se que você não tem que enfrentar as adversidades sozinho!


2. Evite entrar em conflitos desnecessários


Com certeza você já passou por alguns conflitos no trabalho. Em situações emocionalmente “carregadas”, é fácil deixar a frustração assumir o controle e começar a “apontar o dedo” para outras pessoas, não é mesmo?


Contudo, como você provavelmente já sabe muito bem, tal postura apenas gera mais raiva e novos problemas. Então, em vez de distribuir acusações ou injúrias, é muito melhor enquadrar seus pensamentos e opiniões em uma linguagem clara e conciliadora.


Por exemplo, evite dizer algo como: “Essa ideia nunca funcionaria!” O ideal é responder com algo mais centrado, como: “Penso que esse tipo de abordagem pode vir a gerar certa confusão”.


Depois disso, você poderia adicionar sua própria sugestão, como “O que aconteceria se começássemos a partir de um primeiro esboço?”


Esse tipo de questão estimula o diálogo contínuo, sem dar a impressão de que você está, simplesmente, menosprezando a contribuição de seus interlocutores sem ter nada produtivo para oferecer.


Além disso, dar o seu feedback usando essa linguagem suave serve como um sutil lembrete de que você está compartilhando ideias com base em suas próprias opiniões, em vez de entrar “solando” e julgando ter todas as respostas.


3. Coloque-se no lugar dos outros


Quando dominados por sentimentos de raiva e frustração, é comum ficar cego aos próprios sentimentos, vindo a negligenciar completamente a importante atitude de se colocar no lugar dos outros.


Obviamente, entender as opiniões dos outros e ser empático não significa que você tenha que abrir mão de suas convicções ou ser submisso. No entanto, se esforçar por compreender o outro ajudará a alcançar compromissos mutuamente benéficos.


Para colocar esse princípio em prática, é fácil: pergunte! Em vez de “torcer o nariz” para a sugestão de seu colega de trabalho, provando-lhe que suas ideias não apontam o melhor caminho a seguir, faça-lhe algumas perguntas, como:


• por que você acha que sua abordagem é melhor?;


• quais exemplos você possui de que esse método funcionou no passado?


Fazer perguntas reitera que você está tentando ter um diálogo produtivo e contribui para qualificar a interação entre as partes, sendo fundamental para atingir um bom resultado (especialmente, quando a tarefa em questão pressupõe algum nível de trabalho em equipe).


4. Faça uma pausa


Não importa o quão racional e equilibrado você tente ser, às vezes, as emoções apenas continuam a tomar conta de sua mente. Nessas condições, você não conseguirá chegar a nenhum acordo positivo ou superar obstáculos difíceis.


Em momentos assim, é altamente recomendável fazer uma pausa: volte à sua mesa para trabalhar em outra coisa por algum tempo ou, se possível, dê uma caminhada para esfriar a cabeça e recuperar a calma.


Parar por alguns minutos e “dar um passo atrás” é benéfico em várias situações emocionais (estresse, tristeza, raiva, frustração etc.).


5. Seja paciente


É preciso reconhecer que melhorar a sua inteligência emocional é um processo, ou seja, envolve prática e paciência, uma vez que não é algo que pode ser obtido “da noite para o dia”.


Seja compreensível consigo mesmo, evite julgar duramente suas emoções, a partir da compreensão de que é necessário algum tempo para ajustar essas novas técnicas. O primeiro passo, como mencionado, é estar ciente de suas próprias reações emocionais. Com isso, você verá melhorias acontecerem paulatinamente.


Como construir relacionamentos fortes?


A construção de relacionamentos fortes depende de uma série de variável, dependendo do tipo de relação (fraterna, profissional, amorosa etc.) e das especificidades dos indivíduos que a compõem.


Todavia, a inteligência emocional é um elemento crítico para construir e manter qualquer tipo de relacionamento. Se controlar suas reações emocionais não é algo que você faz espontaneamente, não se preocupe: a aplicação dessas dicas colocará seus relacionamentos em um novo patamar. Pode apostar!


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